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26 de Maio de 2010 | Notícias | Conectando Alternativas IV | Anti-neoliberalismo
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A “cumplicidade” que têm instituições, políticas e atores concretos da União Européia (UE) no fortalecimento sistêmico de que gozam as transnacionais dessa região na América Latina, foi um dos temas analisados nos marcos do Tribunal Permanente dos Povos (TPP) de Madri.
O encarregado de apresentar o tema, na abertura da segunda jornada do TPP, foi o coordenador do Programa de Justiça Econômica e Resistência ao Neoliberalismo da Amigos da Terra Internacional, Sebastián Valdomir.
O Tribunal trabalhou nos dias 14 e 15 de maio e ao todo foram apresentados 27 casos de violações de diversos direitos, leis e regulamentações nacionais e internacionais por parte de grandes corporações européias na América Latina.
Valdomir falou do “componente financeiro”com o qual as grandes corporações da UE conseguem levar adiante seus projetos. Refiriu-se especialmente ao Banco Europeu de Investimentos e ao Banco Nórdico de Investimentos.
Também alertou sobre a “rede nova que a UE está elaborando para América Latina, através dos Acordos de Associação (AdA) e os Tratados de Livre Comércio”, negociados por exemplo com Colômbia, Peru e América Central. Por sua vez, a UE reiniciou as tratativas nesse mesmo sentido com o Mercado Comum do Sul (Mercosul, integrado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai).
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