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21 de Maio de 2009 | Notícias | Direitos humanos | Justiça climática e energia
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A decisão do governo colombiano, através de seu ministério de Minas e Energia, de avançar na construção da barragem Urrá II, no departamento de Córdoba, gerou um novo conflito pela terra.
Especulações financeiras, investimentos vinculados ao narcotráfico, matadores de aluguel contratados por latifundistas, juízes comprados pelas máfias e desalojamentos de camponeses fazem parte desta complexa situação, que ainda inclue zonas úmidas na bacía do rio Sinú.
Há poucos atrás, centenas de camponesas da Associação de Produtores para o Desenvolvimento Comunitário da Ciénaga Grande de Bajo Sinú (Asprocig) manifestaram-se de forma pacífica para denunciar a situação de umas 75 famílias da zona, que estão sendo fustigadas permanentemente pelos fazendeiros locais para que abandonem as suas terras.
Tudo isso com a cumplicidade do estado colombiano, que permanece omisso apesar de ter entregado estas terras fiscais através de comodato. A Asprocig considera que é absurdo que agora a justiça estipule que as terras em disputa sejam de propriedade privada, quando um tribunal constitucional as havia considerado bens de uso público.
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